06 março, 2007

Immanuel Kant


No ano passado falei do matemático e filósofo francês, René Descartes, desta vez é sobre o filósofo alemão, Immanuel Kant, que fez parte dos meus estudos no secundários.

Foi considerado o último filósofo dos princípios da era moderna que representa o conceito Iluminismo no século XIX.

Nasceu em 1724 em Königsberg, Prússia, actual Alemanha, era o quarto dos nove filhos de Johann Georg Kant e de Regina. Filho da família protestante, frequentou numa escola pietista, graças à intervenção de um pastor.

Mais tarde, frequentou a universidade onde formou a matemática, Ciências Naturais, Filosofia e por fim, a Metafísica.

Durante anos, aliás depois dos seus estudos, Kant leu a obra de David Hume, filósofo escocês, na qual achava os fundamentos demasiados empíricos, era o domínio da experiência e não do censo comum. Kant teve uma nova fórmula dos seus fundamentos, a razão ou mais especificamente a racionalidade. E foi assim que publicou a sua primeira obra "Crítica da Razão Pura", em 1781, foi provavelmente o livro mais significativo da filosofia moderna. Este argumento que terá desenvolvido de forma transcendental para mostrar que não é necessáriamente saber a verdade sobre o mundo entre si, isso significa que estamos a percepcionar e a pensar acerca do mundo em várias formas de encarar a nossa realidade.

Antes da sua morte em 1804, Kant publicou outra obra que deu em destaque, "Crítica da Razão Prática" esse fundamento tem como forma de lidar com o modo de moralidade similar e o modo como lidava com a primeira crítica em questão, era o conhecimento, e por fim a "Crítica do Julgamento" lida-se com os vários usos dos nossos poderes mentais que não poderiam conferir com o conhecimento factual que não nos obrigam a agir: o julgamento estético, o julgamento teleológico. Foi assim que Kant entendeu, segundo a sua análise filosófica, que os julgamentos estético e teleológico transmitem aos nossos julgamentos morais e empíricos para formar um só sistema.

Outra obra que destacou para muitos estudos, foi "A Fundamentação da Metafísica dos Costumes" que explica as funções da accção moralmente fundamentada e apresenta conceitos importantissímos como: o Imperativo Categórico e a Boa Vontade. Terá sido muito provável que esta obra de Kant, a mais importante sobre a moral.

Houve quarta crítica de Kant, mas a obra ficou incompleta devido à sua morte, quer dizer que não chegou a elaborar antes do tempo.

Cada filósofo tem a sua doutrina e o seu fundamento, mas a filosofia está sempre presente num determinado tempo e espaço.
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