50º Aniversário da UE

25 de Março de 1957 nasce a CEE, ou seja, Comunidade Económica Europeia, no Tratado de Roma, Itália.
Ao mesmo tempo da criação da CEE, também EURATOM, conhecido como Comunidade Europeia da Energia Atómica.
A este Tratado de Roma, cujo objectivo é a livre circulação das pessoas, mercadorias e serviços entre os países da UE, isto é, os Estados-Membros.
A pedido dos fundadores da UE, os seis países tiveram a oportunidade de entrar de acordo com a assinatura do Tratado de Roma, estes Estados-Membros são: Alemanha (RDA-RFA), Belgica, Holanda, Luxemburgo, Itália e França.
Em 1972, a segunda adesão à CEE: Irlanda, Dinamarca e Reino Unido, a Noruega recusa entrar por questões relacionadas com a pesca.
Em 1 de Janeiro de 1973 entra em vigor estes novos países ao clube.
1981, terceira adesão, a Grécia.
1986, quarta adesão, Portugal e Espanha. O tratado de Adesão de Portugal foi assinado pelo primeiro ministro, Mário Soares, no Mosteiro dos Jerónimos. E assim entrou em vigor a 1 de Janeiro de 1987.
Em 1995, quinta adesão, Suêcia, Finlândia e Austria.
Em 2002, Portugal adere à Moeda Única juntamente com 11 países como Espanha, Belgica, França, Finlândia, Alemanha, Luxemburgo, Irlanda, Holanda, Grécia e Austria.
Em 2004, foi o maior alargamento da UE que alguma vez realizou, então são os seguintes países: Republica Checa, Polónia, Malta, Hungria, Eslováquia, Estónia, Lituânia, Letónia, Eslovénia e Chipre.
Finalmente este ano, foi a vez da Bulgaria e a Roménia a aderir ao sétimo alargamento à UE.
De futuro, só resta alguns países a aderir, mas de momento estão em negociações, o que significa que há esperanças de acordo com determinadas condições. A Turquia e a Croácia estão a caminho de aderir, mas dependendo das políticas sociais, económicas e culturais.
E por fim, a Sérvia, Bósnia-Herzegovina, Macedónia, Ucrânia, Bielorussia e Albánia, são países que levam anos a recuperar as negociações e ter determinadas condições, principalmente aos dois primeiros países que referi acima, devido à Guerra Civil do inicio dos anos 90.
A UE do futuro irá certamente fortalecer e enriquecer novos desafios a outros continentes, o que tornará a maior potência mundial.

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